sexta-feira, 6 de novembro de 2015

.randomness #11

Só para desabafar que ter um part-time no retalho enquanto escrevo a m**** da tese me aflige os nervos, especialmente quando a Susana Gateira te manda emails e SMS dia sim dia não com promoções de roupa para lá de gira que tu não podes, de momento, adquirir.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Aventuras no retalho

Trabalhar numa caixa registadora no retalho tem muito que se lhe diga. Um ou dois dias depois de ter começado apanhei uma colega que trabalha no interior da loja a dizer que nos gabava a coragem de trabalhar na caixa. Quando me disse isso fiquei um pouco à toa, acho que não percebi muito bem o que ela quis dizer. Agora, com uma escassa semana de trabalho em cima, acho que compreendi.

Ainda que sejam umas curtas 4 horas diárias apanha-se com todo o tipo de gente: pessoas simpáticas, pessoas normais, pessoas queques, pessoas quequíssimas, pessoas que reconheces da televisão... ainda não tive nenhuma experiência verdadeiramente desagradável, mas juro que já tive situações em que o cliente se vai embora e a mim só me apetece (primeiro) revirar os olhos e (depois) rir, de tão ridícula que a situação é.

O que me tenho apercebido é que há muita gente que tem apenas uma vaga noção de como tratar pessoas normais, do mundo real,com uma ideia muito enevoada de como as coisas funcionam, especialmente no que toca ao tipo de tratamento que dão aos empregados de uma loja, que roça o tom senhorial de quem se dirige a um criado (sim, é mesmo assim em tom antiquado de nobreza e de estatuto e classe social elevada em relação ao plebeu). E vocês ficariam supreendidos (vai daí, talvez não) com a quantidade de gente dessa que circula numa loja de venda a retalho às três da tarde de um dia de semana e que, depois de ter gasto mais de quatrocentos euros em compras vai analisar o talão de compras item por item, para ver se não escapou nada [não faltava, e apercebeu-se que afinal ainda ia levar mais uma coleira de cão].

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

.estão em todo o lado

dia 2 no part time novo e já descobri quem é a bitch residente.

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

.Edimburgo em Março

Já tinha esta publicação preparada desde o fim de Abril, guardada em rascunho. No início de Março Edimburgo foi um ponto a meio caminho para me encontrar com uma amiga, que também lá ia estar nessa altura. A Escócia já fazia parte do nosso plano de viagens futuras e acabou por se proporcionar uma estadia de apenas 3 dias, que foram suficientes para ver o centro histórico da cidade.

Obelisco no Old Calton Cemetery


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.Maio (ou aquele mês que passou despercebido no blog)

Maio teve direito a bebé real, casos de bullying divulgados na comunicação social, assassínio de adolescente por outro adolescente, Benfica campeão, entrada em vigor do DESacordo ortográfico, exames do 4º ano, privatização da TAP.

Em circunstâncias mais normais nalguns destes tópicos teriam tido tempo de antena aqui, mas a vida real não pára e Maio não foi um mês simpático.

Normal brodcast will resume shortly.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

.randomness #7

Há dias em que uma pessoa tem uma sorte do c******.

O meu auricular do telefone estragou-se e enquanto não chega o que encomendei do eBay, telefono ao homem enquanto estou en route do laboratório para casa usando o telefone à moda antiga (aquela que dá multa). Também tenho o péssimo hábito de, às vezes, conduzir uns metros sem cinto de segurança (vá, até meter a 3ª).

No dia em que estes dois acontecimentos se conjugam, páro numa rotunda mesmo à saída do parque de estacionamento da Faculdade, a falar ao telefone que nem gente grande, ainda sem cinto de segurança, quando passa na rotunda um carro da GNR com dois militares lá dentro.

O pânico, no momento em que largo o telefone no colo como se estivesse em brasa e me afundo no banco como se isso disfarçasse o facto de não ter o cinto posto.

O alívio, quando eles passam por mim na rotunda e não estão nem aí. Repito, nem aí. Iam a rir descontraídos.

E eu puxo o cinto devagarinho e volto a pegar no telefone (agora em alta voz), explico a situação ao homem e ainda oiço um ralhete acerca de auriculares, bluetooth e multas.

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sábado, 11 de abril de 2015

.a propósito do dia dos irmãos


(ela, quatro anos mais nova, em resposta ao meu comentario)

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domingo, 5 de abril de 2015

. levantei-me e fui. Há provas.

Eu, na segunda aula, por volta das 10.45. Estou por ali.

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.sabes que não és uma blogger fashion #3

quando a tua Páscoa não mete brunches, nem hotéis fancy, nem abstinência ao açúcar. Mete espreguiçadeiras ao sol no quintal, chocalhos das cabras do vizinho, com amêndoas de chocolate e uma saga de espionagem nas mãos.


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sexta-feira, 3 de abril de 2015

.aquele momento...

... em que te apercebes que te comprometeste a dar apoio moral a pessoas e consequentemente vais tornar o teu sábado em mais um dia de sofrimento, a começar logo a levantar o rabo da cama antes das nove da manhã.

Devo estar doente*. Vou levantar-me cedo a  sábado para praticar exercício físico, a começar logo por Blast Bunda (Bum Bum Brasil, MIB, glúteos e coxas, o que lhe queiram chamar...),  seguido de Blast Total (aka total condicionamento). Pequena pausa e a festa segue logo com o meu amado Body Jam (inserir corações aqui), para depois dar lugar a uma primeira aula de Body Combat (nas palavras de quem pratica, liberta o Bruce Lee que há em ti) .

Não sei muito bem como é que isto aconteceu. Acho que ando meio desorientada com as datas e os dias da semana e acabei a dizer que sim a tudo. Não me peçam €€ que no estado em que estou sou bem capaz de vos dizer que empresto sim senhor, mesmo sem ter  tostão furado.



*e não, eu não estou de mini-férias da Páscoa e a minha semana não acabou à quarta... vai acabar mesmo à sexta-feira.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

. ninguém merece

Pessoas de férias a causar o caos no trânsito a meio da manhã a quem tem que ir trabalhar.. 

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Andei de avião na Europa há menos de um mês. A minha irmã andou há três meses. Os meus pais vão andar de avião algures na silly season.

E eu nunca preocupada, sempre mais excitada do que nervosa quando o aparelho levanta vôo, sempre a achar que as tragédias só aconteciam em países estranhos com condições de segurança merdosas, de companhias aéreas a usar aviões em terceira ou quarta mão.

E depois há pilotos que despenham aviões em boas condições e sem probelmas mecânicos, quando eu acho que as hipóteses de alguém ter um mental breakdown e matar gente por vá-se lá saber o quê, são ínfimas. Tau, toma lá. Reality check. Ou em bom português, um abr'ólhos.


*isto lembra-me que tenho fotografias com quase um mês no cartão de meória da máquina. Para as quais ainda não olhei uma única vez.

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domingo, 15 de março de 2015

Tenho muita coisa para escrever e muito pouco tempo para o fazer. Aguardai mais uma semaninha ou duas [as fotos de Edimburgo ainda nem saíram do cartão de memória].

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

.segundo round

Lembram-se disto?

Pois é, parece que não aprendi a lição da primeira vez.

Passo a explicar:

Devido a circunstâncias da vida encontrámos uma gatinha bebé assustada escondida nas rodas de um Audi nos últmos Santos Populares, desde Junho passado temos mais um elemento felino lá em casa. Ora, a Cleo (a mai nova) tem já uns dez meses, pelo que já teve o seu primeiro cio, muuuuito suave algures em Novembro. É uma gata de apartamento e nunca sai à rua, por isso pensámos que era tranquilo se lhe adiassemos a esterilização uns meses ou um ano. 

Agora, o que não foi nada tranquilo foi a semana que passou, em que de terça a sábado dormimos (eufemismo alert!) dentro de um espectáculo de ópera felino. Bonito de se ver. O homem diz que a Lexie foi pior. Eu não tenho bem a certeza.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Fiquei sem esquentador no último fim de semana. Até vir um técnico ainda vão passar uns dias, em que só temos água aquecida no fogão, com as maiores panelas que temos em casa. O banho é desenrascado assim (eu tomo banho no ginásio), e lavar a loiça com água quente também. 

Lavar a loiça com água aquecida ao lume foi algo que me transportou vinte anos no tempo para casa da minha avó.

Em casa, a minha avó tem um edifício anexo, conhecido como "casa grande". A casa grande não é mais do que uma cozinha de lume de chão, típicamente alentejana, com uma única porta, uma única janela (grande), uma chaminé usada para fumar enchidos aquando da matança do porco e um telhado com telhas de zinco. Era na casa grande que se faziam todas as refeições, em todas as estações do ano, estivesse calor ou frio. Passei lá inúmeros Natais, almoços de Páscoa, jantares de domingo.

Tinha uma mesa de refeições comprida e anormalmente alta, onde eu ainda hoje me sento com a ajuda de uma cadeira construída pelo meu avô, uma cadeira de cozinha com pernas de ferro e uns acrescentos feitos com tubos de ferro soldados, que, a seu tempo, ele fez para todas as netas (somos 3). Ainda hoje quando me sento sei qual é a minha cadeira (ridículo, mas tem a forma do meu rabo, de certeza). Usávamos guardanapos de pano, os copos eram verde-garrafa, a minha avó tinha sempre Sumol de Ananás e fazíamos sopas de pão.

Em miúda gostava sempre que me deixassem lavar a loiça. Sentia-me crescida e em casa a minha mãe não ia nessa conversa (além de termos máquina de lavar loiça), e a minha avó fazia-me sempre a vontade. Não havia esquentador nessa casa grande e a única forma de aquecer água era no lume de chão (sempre aceso de Setembro a Maio), numa panela preta de ferro com três pés, a fazer lembrar um caleirão de bruxa. Lembro-me de se tirar a panela do lume e de isso ser tarefa para os grandes, porque era ainda mais pesada com a água que tinha lá dentro. E vertia-se para o lava loiça, onde caía a fumegar, de tão quente que estava. Abria-se a torneira e saía a água fria para temperar. E eu lá ficava a lavar uns pratos ou a passar a loiça por água e a empilhá-la na pedra mármore para secar. Echia-se novamente a panela e ela lá ficava, perto das brasas para a vez seguinte. Quando o lava loiça se esvaziava, adorava levantar a cortina da "buraca" e ficar a ver a água a escorrer para o ralo, com destino incerto.


No Domingo. a lavar a loiça com a água aquecida no fogão, num lava loiça com uma torneira de onde só saía água fria, a fazer uma tarefa que não é normalmente minha e pela qual, actualmente, não tenho grande carinho, dei por mim a pensar na panela preta, e na mesa, e na minha cadeira adaptada, e na buraca tapada com uma cortina matchy-matchy com a cortina da chaminhé do lume de chão, vermelha às bolinhas brancas. E na casa grande, nos meus avós vinte anos mais novos de enxada na mão, e agora vinte anos mais velhos, mais doentes e mais debilitados e sem mobilidade. E pensei que já não tenho muito tempo e que agora já só vou à "outra casa", porque a casa grande já não se usa. Pensei que Sábado é dia de ir ver os velhotes.

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Randomness #6

Precisava de cortar as minhas pontas espigadas. No sítio onde trabalho há um salão de estética/cabeleireiro a modos que low cost e onde um simples corte de cabelo custa 8 euros. O corte que peço sempre não é nada de especial e a pessoa que lá está faz exactamente aquilo que eu peço (o que normalmente é raro nos cabeleireiros). Também não é de grandes conversas (além de uma ou outra trivialidade), o que agradeço, porque tornam os 20 a 30 minutos que lá demoro muito mais agradáveis - e sem desvio de atenções do que realmente interessa - o meu cabelo!

Aquilo que acho bastante peculiar na cabeleireira é o facto de que todas as vezes que lá vou, ela insiste em fazer-me um report completo das fases da Lua. Já dei por mim a ir só no Quarto Crescente, só para não ter que ouvir "pois, vai crescer mais devagarinho...". Logo eu, que acredito tanto na influência da Lua no crescimento do meu cabelo como em unicórnios.

Hoje, por exemplo, a Lua entrou em Quarto Minguante e, ao que parece, é mau para quem quer cortar o cabelo e quer que ele cresça rápido. Lá fiz um sorriso meio amarelo e disse "pois, é, que chatice, mas hoje é que tive tempo..."

Isto faz-me pensar em a) os cabeleireiros só deviam trabalhar duas ou três semanas por mês, dado que a fase em que a Lua está em Quarto Minguante dura aproximadamente uma semana e b) ir cortar o cabelo em Quarto Minguante só é, claramente, mau para os cabeleireiros, porque quanto mais tempo passar até eu precisar de um novo corte, melhor é para a minha carteira!

Ainda assim, decidi fazer uma pesquisa sobre o assunto, e o Google direccionou-me para uma página da Schwarzkopf, o que me deixou um bocadinho desolada, porque considero a Schwarzkopf uma marca credível...tenho cortado o cabelo com mais frequência do que fazia há uns anos e deixei-me de cortes extremos (vá, o mais extremo foi fazer um lob em finais de 2011), o que acho que tem ajudado a ganhar comprimento. Lamento, mas não me parece que tenha sido influência da Lua.

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

.2015

Em 2014 escrevi 17 publicações, o que dá pouco mais de uma por mês.

Em 2015 quero escrever mais.

Quero expressar-me mais.
Quero fotografar mais e melhor.
Quero madrugar mais.
Quero dançar mais.
Quero correr uma prova de 10km.
Quero escrever a tese.
Quero defender a tese.
Não quero deixar a minha vida em suspenso por causa da crise e da falta de investimento na ciência.
2015 pode ser um ano de mudança (literal).

2014 não foi um ano mau de todo. Comecei a levar o ginásio a sério, descobri que gosto muito de dançar, e que até gosto de levantar pesos (que é como quem diz, até aprendi a gostar do BodyPump). Comecei a correr, o que há algum tempo era impensável, era coisa de que nunca gostei. Viajei, pelo menos uma vez no ano. Não tive resultados espetaculares, mas tive resultados coerentes, e na ciência às vezes é isso que falta,

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

¡Madrid! II

No segundo dia de visita a Madrid deixámos os quadros para o fim do dia.

Começámos por visitar a Catedral de Santa María la Real de la Almudena, que tem também um museu (pago). O culto a Santa Maria de la Almudena remonta ao século VIII, por altura da invasão árabe da Península.

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

.corridas

Começou tudo na Corrida da Cidade lá da terra. Inscrevi-me para andar 5km, juntamente com umas amigas. Outros dois amigos foram correr a sério os 10km. Foi um programa divertido, numa tarde divertida e solarenga, que teve direito a reencontrar pessoas que já não via há algum tempo.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

5ª feira

A quinta feira é um dos dias em que sou só mais uma daquelas pessoas que sua em bica e que se diverte numa aula de dança.

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