terça-feira, 9 de agosto de 2016

A maior dor de cabeça por causa de me tornar avec não é por causa do alojamento, abertura de conta no banco ou por ter conhecimentos rudimentares de francês - é mesmo perceber como raio é que vou levar o mono para França.

Se alguém cá vier parar por causa das palavras chave Bimby, estrangeiro, França, transporte, e tiver uma sugestão que não me leve couro e cabelo fico muito agradecida que me deixe a mesma nos comentários!

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quarta-feira, 9 de março de 2016

.randomness #12

Há várias coisas que me deixam irritada e que me fazem logo perder a vontade de continuar a ler um blog, ainda que tenha histórias engraçadas e algum fio condutor nos posts e nas ideias (ao contrário deste blog, cujo fio condutor é... inexistente. Adiante).

Uma delas são marcas /instituições que se conseguem associar a bloggers em parcerias ou passatempos, seja o que for, quando essas mesmas bloggers escrevem coisas como "à algum tempo" "levas-te" em vez de levaste. Não entendo muito bem que raio de entidade quer ficar ligada a textos com erros ortográficos, acho que está para além da minha compreensão.

Não há nenhuma alma que lhes diga que isso são erros orgográficos? Que Camões está a dar voltas na tumba ali no Mosteiro dos Jerónimos (ok, era preciso que lá estivesse, eu sei...)? Não há proofreading (desculpem o estrangeirismo), nenhum comentador que discretamente diga "não é assim que se escreve"?


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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

.randomness #11

Só para desabafar que ter um part-time no retalho enquanto escrevo a m**** da tese me aflige os nervos, especialmente quando a Susana Gateira te manda emails e SMS dia sim dia não com promoções de roupa para lá de gira que tu não podes, de momento, adquirir.

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.randomness #10

Percebes que tens um drama da vida doméstica quando, no primeiro dia de sol numa semana, tens umas cinco máquinas de roupa para lavar, duas das quais compostas por roupa pesada (vulgos "turcos"), e um espaço limitado de estendal.

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terça-feira, 9 de junho de 2015

.randomness #9

Coisas que me deixam encanitada: centros comerciais com piso de estacionamento - 3 e - 4 que estão SEMPRE fechados (tirando uma semana durante o ano).

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

. é karma. Só pode

Chegaste às 09.30 a pensar que às 18.30 estavas despachada, não era?

E trouxeste um almoço rápido de sopa e sandocha para comer em meia hora entre incubações, não era?

E seguiste os tempos todinhos a toque de caixa a pensar que que ias mais que a tempo da tua aulinha de Step Power, não era?

E era. Se tivesse ficado tudo bonito no fim, coisa que não aconteceu.

E quando não fica bonito vá de repetir e de adiantar meio dia de trabalho que ia ter a mais amanhã, porque o que é bom é comer um croissant misto da máquina e sair às 22.00. Ou melhor, às 22.30 porque o karma é f***** e eu devo ter atropelado uma idosa numa outra vida.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

.o princípio do fim

Tive que editar o post anterior porque me apercebi que me falharam vários "q" e "n". Dentro de pouco tempo tenho que começar adiantar a escrita de uma tese de doutoramento.

Tenho medo que isto seja o princípio do fim, porque toda a gente sabe que as alturas preferidas para os portáteis morrerem são as alturas de escrita de tese.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Por favor parem de me matar personagens!

Se calhar era mais feliz a ver o Big Brother Vip. O chato é que não consigo MESMO ver isso! Fico-me, por isso, por umas séries (sim, sei que há dezenas de séries boas, mas o tempo é curto pra todas!).

De Abril de 2012 a Junho de 2013 mataram-me umas nove* personagens, daquelas fofinhas e de quem eu gostava bastante.

Começou logo em Abril, quando vi a primeira e segunda temporadas de Game of Thrones de uma assentada. Nem queria acreditar (ainda não tinha começado a ler A Song of Ice and Fire, e nem um único spoiler assombrava o meu pensamento) quando algures no segundo ou terceiro episódio matam um dos lobos de estimação. Caraças, pá! Lá mais para a frente decapitam-me o Ned Stark, personagem que eu tomava por principal e que julguei um peão importante na série. Como vi logo a segunda temporada a seguir à primeira, só senti o choque inicial resultante da audácia do George R. R. Martin, e na verdade, the show must go on.

Depois disso, em Maio, foi aquele final catastrófico em Grey's Anatomy, onde só já falta sobreviver a um tsunami, ou coisa que o valha (toma notas, Shonda Rhimes). Lá se foi a Lexie Grey, a minha personagem favorita (não, não é a sofrida da Meredith e há já umas boas temporadas que nem a vejo bem) e por causa de quem chamei à Lexie, Lexie. Aí sim, fiquei tão aborrecida que fiz um voto de não-vou-ver-mais-esta-série-só-se-por-acaso-estiver-a-passar-no-canal-de-gaja-conhecido-por-Fox-Life. E depois logo em Setembro levaram-me o Mark Sloan, apesar de já não ter feito tanta mossa, uma vez que não fazia sentido na série sem a sua cara-metade.

Em Outubro tive um acidente de carro e fiquei em casa durante uns dias. Aproveitei e vi de uma só vez a primeira e a segunda temporadas de Downton Abbey, e segui, à medida que os episódios iam saindo, a terceira temporada.

Achei que era uma série que se estava a portar bem, com os enredos bem construídos e interessantes, e onde, aparentemente, não havia necessidade de matar personagens principais. Enganei-me redondamente. Assim que tive esta falsa sensação de segurança, pimba, arrancam-me a Lady Sybil sem dó nem piedade. Pensei que já tinha tido a minha dose de mortes trágicas até ao final de 2012, afinal nenhum autor que se preze vai matar duas personagens principais numa única temporada, quando a próxima já foi anunciada, certo? Errado! Quando menos se espera, após cinquenta minutos de episódio fofinho, depois de coisas fofinhas acontecerem na vida das personagens, eis que a desgraça se abate sobre os Crawley e me matam o Matthew! Juro que achei que não estava a ver bem. Tive que voltar atrás. Duas vezes.

Chegamos depois a Junho de 2013. Os episódios finais de Game of Thrones aproximam-se, e se em 2012 fui apanhada de surpresa, agora já estava (mais ou menos) ciente do que ia acontecer. Mas ler o Red Wedding numa página da Wikipedia é bastante diferente de ver a cena a desenrolar-se. Quer dizer que é mesmo a sério. Adeus personagens, adeus Robb e Catelyn, foi um prazer. Obrigadinha George R. R. Martin por esta facadinha no final de um ano em que tive que me despedir de pessoas de ficção a quem me tinha ligado emocionalmente.


* E sim, estou aqui a contar com a Lady e o Grey Wind, que me fizeram deitar uma lagrimita (atenção que a Lexie Grey me fez soltar uma barragem).

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Coisas que me aborrecem muito III


Andei um bocadinho fora das notícias e dos jornais nos últimos três dias, mas sei que têm sido publicadas vários artigos (pelo menos no Público e no SOL, que eu tenha visto) acerca de atrasos no pagamento de bolsas de doutoramento do concurso de 2011 da FCT. Isto significa que nestes dias a classe dos bolseiros tem tido alguma visibilidade (versus a nenhuma visibilidade que costumamos ter).

Já escrevi isto no FB, mas tinha que deixar aqui também registado:

Aproveito para esclarecer (especialmente as pessoas que me torcem o nariz quando digo que estou a tirar um  doutoramento - devem achar que passo o dia inteiro a ver TV, ou a passear e que depois tenho que fazer uns exames - e que me dizem "estudar ainda mais??"):

As BOLSAS são a forma de financiar o emprego científico neste país, especialmente na área das ciências exactas.

Capacitem-se que o desenvolvimento de princípios activos dos vossos medicamentos, conhecimentos sobre microrganismos, conhecimentos de mecanismos de acção e metabolismos, desenvolvimento de novos materiais, tecnologias etc, etc etc (a lista é enorme, podem ir espreitar o site do Ciência Hoje) está directamente dependente dos bolseiros.

Capacitem-se que TODOS os bolseiros têm um chefe (a maioria com feitio especial), que têm que trabalhar (tipo mexer em aparelhos e fazer experiências e coisas assim, estão a ver?) e que a grande maioria não tem horário das 9 às 17h com 1h30 de almoço. A grande maioria tem normalmente um horário aceitável de entrada e não tem hora de saída (mas ao menos trabalha no que gosta).

O bolseiro de investigação é um ser que não só faz investigação como encomenda coisas, troca lâmpadas se preciso for, carrega caixotes, faz uma perninha a reparar aparelhos e é um verdadeiro handy-(wo)man.

O bolseiro trabalha a sério e não tem regime de segurança social, não tem direito a subsídio de desemprego e nem tem direito a um contrato de trabalho como deve ser.

Por isso pessoas, pensem duas vezes antes de me torcer o nariz quando vos digo que estou a tirar um doutoramento com uma bolsa!

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Coisas que me aborrecem muito II

Pessoas que dão erros ortográficos, que usam mal os tempos verbais e que não distinguem "à" de "há" e por isso escrevem "á" (até me arrepiei toda!).

Pessoas, de uma vez por todas:

Não há (existe) a palavra "á" em português. ESTAMOS ENTENDIDOS?


A palavra "à" é a contracção da preposição "a" com o artigo definido "a".

 Em relação ao verbo haver, os significados com que é utilizado com mais frequência são existir, acontecer, passar ("há muito tempo", "há dois anos", coisas assim).

Chiça, informem-se, não sejam calhaus e façam uso do que vos ensinaram na escola primária e no 2º ciclo!

E se há coisa que me irrita solenemente são pessoas que (i) se vangloriam de dar aulas e de ser professores de ensino básico e depois dão erros deste calibre em posts do FB e afins, e (ii) pessoas que têm uma educação ao nível de ensino secundário/ensino superior e que se gabam de ler muito (e mesmo a ler não aprendem a escrever como deve ser)!!!


 E foi por um niquinho que não me cheguei ao pé da senhora da caixa registadora ali no Pingo Doce e lhe disse "olhe, desculpe, mas manjerico é com "j", não com "g". Uma pesquisa rápida no Google tinha-lhe dito isso!". Estive para levar um a 0.99€, mas o que eu queria mesmo era um manjerico...

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