quarta-feira, 27 de agosto de 2014

¡Madrid! III

O terceiro dia em Madrid foi o dia de regresso a casa. Com tempo para matar até às 15.30, decidimos finalmente procurar o tal do Km 0 na Puerta del Sol, e eu quis descer a Gran Vía e fazer a Calle de Alcalá mais uma vez, até à Plaza de Cibeles.






O Palacio de Cibeles foi promovido há uns anos a Câmara Municipal e tem também um miradouro que se pode visitar. Foi lá que decidimos passar algum tempo (permanência máxima no miradouro de 30 minutos) até ao nosso almoço no Real Jardín Botanico.





Deixámos o Real Jardín Botanico para último. Já tínhamos olhado para ele no dia anterior, depois do Reina Sofia, mas estava próximo da hora de fecho e as pernas já acusavam algum cansaço, por isso ficou decidido que seria o último sítio por onde passaríamos antes de seguir para Barajas. Não estávamos exactamente na hora de almoço espanhola, mas a fome já apertava. Juntámos o útil ao agradável e passámos num Museo del Jámon. Com os Bocadillos a 1€, pedimos para levar e fomos comer para o Jardín Botanico. Não faço ideia se é permitido, mas lá descobrimos um banco à sombra e foi mesmo ali que almoçámos e nos despedimos do jámon.






Já o Real Jardín Botanico vale a pena. Não é caro (e nós ainda tínhamos o MadridCard em vigor) e passa-se ali um bocado agradável. Está muito bem arranjadinho, tem uma colecção de bonsais engraçada e as estufas também são giras de se ver.






Nos confins do parque apanhei, para minha surpresa a eduroam! O sonho de todo o estudante universitário, ou de quem trabalha no ensino superior! A utopia da rede universitária a funcionar em toda a Europa já é real. Tinha conseguido ligar-me na UAveiro no ano passado e não estranhei, mas a ligação próximo do edifício de investigação da entidade que tutela o Jardín foi uma boa surpresa.

Rumámos de volta ao nosso Portugalinho ao fim da tarde. Trouxe Toffifee do aeroporto e o cartão de memória cheio de fotos. Trouxe os ímanes da praxe para o frigorífico e a vontade de voltar a viajar ainda antes de tocar no chão de Lisboa. Até à próxima, Madrid!

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