sábado, 11 de maio de 2013

Não devo ser mesmo nada fashion...

Esta semana tive que passar na Zara para trocar um casaco descosido. E posso nem ser fashion, mas sou gaja e gosto de passear pelas lojas de roupa (pelas acessíveis  saliente-se), e torna-se difícil para mim não entrar em nenhuma.

Foi neste modo de window shopping que passei pelas lojas do costume para deitar olho a t-shirts giras, e acabei a entrar na Bershka. Má ideia. O meu cérebro bem me disse para fugir dali, mas eu fui teimosa e entrei, literalmente, no mundo do néon, do néon com padrão tribal, do calção-cueca e do tamanho zero. Passei revista à loja em dois minutos e saí de lá com os olhos a arder e com uma overdose de tons néon para o resto da vida. Demasiado verde, demasiado amarelo, tudo muito fluorescente, tudo muito néon... que raio, mas onde é que foram parar as peças normais, não trendy, que uma pessoa normal, não trendy e com mais de 15 anos pode vestir? Eu sei que aquilo é uma loja de moda jovem, mas caramba...

Por estas e por outras é que não sou, definitivamente, trendy. Não suporto o néon da estação, e acima de tudo, não suporto os tamanhos minúsculos que estas lojas vendem a preços que eu considero elevados (principalmente no que toca aos materiais)... é que nem a uma pessoa absolutamente normal, com um bocadinho que seja de rabo e peito, consegue caber naquilo e ficar bem (que eu caibo naquilo, caibo... não fico é bem e pareço um chouricinho).

1 comentário:

  1. Eu também deixei de ir à Pull & Bear quando tinha uns 23 anos e percebi que pessoas com idade para votar já não podiam comprar roupa ali...

    Tenta a New Yorker que tem coisas jovens mas que podes usar nem que tenhas 35.

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